Então D. Pedro lembrou ao frade a conveniencia de se demorar algum tempo pairando nas cercanias do Porto para facilitar a passagem dos fornecimentos e limpar do terreno as pequenas guerrilhas, que se entregassem á pilhagem.
Teremos occasião de vêr que esta indicação era previdente; mas podêmos saber desde já que ella contrariou a impaciencia do frade.
Pouco antes da guerrilha partir, Francisco Marques perguntou a frei Simão:
—Sempre vamos então a Cezár?
O frade respondeu de mau humor:
—Fica sabendo que não tens d’aqui em deante o direito de fazer perguntas. És soldado, cumpre-te obedecer-me, como eu tambem obedeço aos meus superiores. E mais nada, ouviste?