José de Oliveira, natural do logar de S. Geão, freguesia do Souto, lavrador, soldado do batalhão de Villa Nova, organisado no Porto.
Joaquim José da Silva, natural do Porto, freguesia de Santo Ildefonso, soldado de caçadores 2.
Luiz Ferreira da Costa Sant’Anna, natural de Ranhados, proximo a Vizeu, residente no Porto, e hortelão dos Loyos.
Frei Simão julgava que eram esses os seus unicos guerrilheiros que tinham sobrevivido ao combate na ribeira de Adaufe; mas um d’elles, José Ferreira, natural de S. Martinho de Argoncelhe, termo e comarca da Villa da Feira, podera escapar-se no caminho, sendo, porém, recapturado pelos miguelistas, e tambem, mais tarde, condemnado á morte.
Immediatamente á leitura da sentença, frei Simão e os seis guerrilheiros foram introdusidos no oratorio em uma das aulas nos claustros do Seminario.
O frade, muito sereno, pediu que lhe mandassem um confessor, papel e tinta.
Confessou-se ao religioso que lhe enviaram, e que, depois da confissão, se lhe mostrou muito affeiçoado.
Em seguida tomou apenas um caldo, e sentou-se a escrever tranquillamente.
Começou por uma carta a seu irmão Frederico Pinto.
Tenho-a deante dos olhos: a lettra é firme, clara; nem uma entrelinha.