Tomada ao pé da lettra, com relação áquella época, a palavra Fado seria um anachronismo.
[4] «É um canto plangente, estremamente singelo em estylo de fabordão. Pode-se por isso acreditar na sua origem popular; tem pelo menos esse caracter.» Ernesto Vieira, A arte musical, n.ᵒ 79, IV anno.
[5] A ultima nau portugueza, reminiscencias por Theodoro José da Silva, Lisboa, 1891.
[6] O Povo Portuguez nos seus costumes, crenças e tradições, vol. I, pag. 62.
[7] O Povo Portuguez nos seus costumes, crenças e tradições, vol. I, pag. 385.
[8] Pag. 321.
[9] Ainda em 1886 o sr. Borges de Figueiredo escrevia no seu livro Coimbra antiga e moderna: «A viola foi sempre um dos instrumentos mais favoritos dos conimbricenses. Nas serenatas do Mondego e n’outras pelas ruas e suburbios da cidade, reina ella a par da flauta e do violão (viola franceza), já enchendo os ares de suas harmonias, já formando o acompanhamento de graciosos cantares.»
[10] Revista Portugueza, n.ᵒ 6, 1894-95.
[11] No mesmo periodico, n.ᵒ 1.
[12] Os nomes d’estas canções variam, segundo o seu genero, de terra para terra: são cantigas, modas, lôas, reisadas, chulas, trobos, remances (nos Açores, aravias) jacras (xácaras) etc.