Co’a surpreza do morgado.

Eu mesma lh’o vou dizer.

E agora, morgado, goze,

Que entre a fina flôr do Minho

Não ha quem lhe leve a palma,

Quem tenha mais gentil alma,

Melhor sangue em pergaminho,

Além do que nós sabemos...

Pois por cá todos lhe dão

Umas cem pipas de vinho