E oitenta carros de pão.
D. MENDO
Ai! baroneza! Foi tempo!...
Já não sou quem d’antes era.
Sinto-me triste, sou mono.
Matou-me o phylloxera!
Deu nas vinhas... e no dono!
BARONEZA
Não se chore... pobresinho!
Que não é occasião.
E oitenta carros de pão.
D. MENDO
Ai! baroneza! Foi tempo!...
Já não sou quem d’antes era.
Sinto-me triste, sou mono.
Matou-me o phylloxera!
Deu nas vinhas... e no dono!
BARONEZA
Não se chore... pobresinho!
Que não é occasião.