O alferes, circumvagando o olhar pelo auditorio, esvazia o copo e recita com emphase:

Que mais querem de nós? apoz tamanha

galhardia d’algoz, ébrios de gloria,

apagaram acaso a luz da Historia?

não lêem seus feitos?... Que nos quer a Hespanha?...

Quer insultar a lapide funerea

que pesa sobre vós, heroes de Ourique!...

Estremecei de horror, filhos de Henrique!...

Repercuti meu canto, éccos da Iberia!

Fim