—Vamos, respondeu o alferes Ruivo.
—Vamos, respondeu o tenente Epaminondas.
—Ali houve coisa, porque elles vem muito silenciosos!... continuavam a dizer entre si os officiaes que tinham ido procurar os outros.
Os dois barcos chegaram quasi ao mesmo tempo ao caes do Livramento. Então poude verificar-se que effectivamente os da caldeirada vinham macambuzios, entrombados, e que o sueco, estatelado no fundo do barco, e occupando-o quasi todo, dormia profundamente, a ponto de terem que acordal-o berrando.
E como elle grunhisse uns roncos cavernosos, sem comtudo se levantar, foi preciso que o proprietario das Alcaçovas, com o seu pulso de ferro, o filasse pelo gasnete, e o pozesse de pé.
—Mas o que se passou? o que se passou? perguntavam cheios de curiosidade os que tinham ido buscal-os.
—Vamos lá para o Zé Lapido tomar um copo de genebra, disse o das Alcaçovas, e conversaremos.
Quando entraram no café, e logo que se sentaram, deram pela falta do sueco, que se tinha escapulido.
Todos os conhecidos, que estavam no botequim, lhes fizeram circulo, sentando-se em torno da mesma mesa.
O tenente Epaminondas contou miudamente as peripecias do pic-nic, incluindo a mascarra de D. Estanislada, historia que produziu grande hilaridade no auditorio.