O coração de Maria Luiza pulsava vertiginosamente—d’esperança; o de Rosinha batia tambem agitado—d’afflicção.
A estrada estava deserta. Decorreram minutos. Ninguem. Maria Luiza relanceou á irmã um olhar de eloquente interrogação. Rosinha simulou não dar tento, e fitou os olhos n’um ponto que ella nem sequer via...
Decorreram mais alguns minutos de completo silencio.
—Não vaes boa? perguntou a viuva Machado a Maria Luiza, inquieta pela vêr extremamente pallida.
—Vou boa, minha mãe. Não é nada...
—Talvez seja longo o passeio. Voltemos, se querem.
—Não, vamos até alli mais adeante, e voltemos depois, respondeu Maria Luiza.
Era a ultima esperança.
Fôram um pouco mais adeante. Não appareceu ninguem. Maria Luiza voltou-se e disse abruptamente: