—Tens fome?

—Muita, muita.

—E frio?

—Muito frio...

—Está bem, anda d'ahi comigo.

Onde ia elle levar a creança? Ora! onde é que o negociante feliz vai depositar os seus lucros? No Banco. Pois o Banco onde esse feliz casado enthesourava todos os lucros da sua prosperidade conjugal era... a sua propria casa,—o seu lar.

Chega elle, muito contente, com a creança pela mão.[{43}]

—Querida mulher! disse ao entrar em casa. Trago-te mais uma creança...

—Outra?!

—Sim, filha, tu és bondosa, compassiva, has de comprehender o impulso do meu coração.