Abre-se immediatamente a porta da segunda carruagem, e Leopoldo Ambrosio vê apear-se, não a dama que elle imaginava vir seguindo-o, mas o seu amigo Jacinto Procopio, de que se havia separado momentos antes no Largo dos Caminhos de Ferro.

E quando no dia seguinte se reuniram todos tres, e os dois contaram os episodios grotescos d'aquella aventura mallograda, Arthur Reinaldo, desapontado, rogou nove mil novecentas noventa e nove pragas aos seus dois amigos, que haviam estragado todos os bellos sonhos de conquistador feliz que tinha sonhado.

O caso é authentico e garantido pelo testemunho insuspeito de tres cavalheiros tão acreditados nos seus respectivos bairros como são os srs.{89} Arthur Reinaldo, Leopoldo Ambrosio e Jacinto Procopio, tres pessoas distinctas e um só logro verdadeiro.

—Bravo!

—Bravo!

—Um dos tres eras tu...

—Pois já se deixa vêr que era.

Gargalhadas, ápartes, commentarios. A atmosphera aqueceu; o proprio orador estava vibrante, excellentemente disposto. Que contasse a historia do conde, que ainda era cedo. Que contaria, mas que precisava primeiro um copo de cognac. Veio cognac para todos.

—Pois então, meus caros, disse o Leotte, ahi vae a historia do conde.

Silencio geral.{90}