Mas passou tempo sem que se levantasse.
Tornaram a chamal-o.
—Já vou, repetiu elle.
Mas, como não apparecesse, a sr.ª D. Anna resolveu entrar no quarto pela janella, o que foi empreza difficil.
Achou o Jorge doente, apathico, n'um estado gastrico[{38}] que, n'esse momento, lhe pareceu não offerecer maior gravidade.
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D'aqui por deante, a narrativa da sr.ª D. Anna Corrêa conforma-se inteiramente com a versão que o sr. José de Azevedo e Menezes, da illustre casa do Vinhal, em Famalicão, me communicou n'uma carta, por mim já publicada.
Vou reproduzil-a, para que não fique perdida na volumosa collecção de uma folha diaria:
«Em resposta á estimada carta de v. , tenho a dizer-lhe que o infeliz Jorge de Castello Branco falleceu em casa de D. Anna Corrêa, a companheira do Nuno, no dia 10 do corrente mez, ás 6 horas da tarde, e enterrou-se no dia 12, assistindo alguns visinhos.
«Tratou-o nos ultimos quinze dias de vida o medico Dias de Sá, de Landim, que logo previu o desenlace fatal.