Elle annuiu promptamente, e tanta impressão causou em todos nós, que fomos pedindo mais versos.
Assim acabou n'uma doce calma aquella reunião, que tinha corrido agitada.
O projecto chegou a ir ao parlamento, fazendo os dois dissidentes declaração de voto, mas a reforma não teve execução.
Tambem a titulo de simples recordação lembrarei que sendo Thomaz Ribeiro ministro da marinha—primeira pasta que geriu—fui eu que, a seu pedido, entabolei negociações com a livraria Chardron, do Porto, para a acquisição da propriedade das suas obras.
Quando se escreve de um amigo não ha meio de coordenar as memorias agradaveis que elle nos deixou; os factos acodem em tropel amontoando-se numa agglomeração confusa, que exigeria longo tempo e grande esforço de serenidade para ser dominada.
Não é, poucos mezes depois da morte d'esse amigo, que semelhante tentativa pode fazer-se para conseguir restabelecer a ordem onde tudo é ainda desordem da saudade.
Por isso não o consegui eu, nem sequer o tentei.[{74}]
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[«... esquecer essa noite de festa, que foi talvez a unica noite feliz n'esta casa.»]
D. Anna Placido escrevendo, embora sob um pseudonymo masculino, a respeito da morte de Vieira de Castro em Africa, recordava a noite de 15 de julho de 1866, quando dizia: