Interrompendo Gulnar, e brandindo de novo as armas.

Pune, oh principe, infames traidores:
Lava a affronta do sangue real!
Dos covardes, em trance fatal,
Tinja as faces da morte o pallor!

CÔRO DE GUERREIROS MOUROS E DONZELLAS.

Com gesto supplicante.

Por piedade, dos teus seguidores
Não escutes o voto lethal!
Generoso, o seu odio infernal,
Por piedade, não ouças, senhor!

D. DUARTE.

Aos cavalleiros.

Silencio!

Aos mouros.

Livres sois.