Aos cavalleiros.
Nunca aos vencidos
Sangue pediu meu pae. Eu serei digno
Filho do vosso rei.
A Gulnar.
Mulher, és livre.
GULNAR.
Tua clemencia hypocrita,
Tyranno, vem mui tarde!
Pensas apagar, barbaro,
Fogo que immortal arde?!
Dá-me Ceuta, a miserrima:
Torna-me um pae que expira:
Foge das praias d'Africa
Serva, que mal respira!
Foras assim magnanimo:
Grata Gulnar te fora:
Sem isso, um favor unico,
Prompto morrer te implora!
CÔRO DE MOUROS EDONZELLAS. | CÔRO DECAVALLEIROS. | |
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Turba-te a dor e acólera, | Da perfida avan cólera | |
Em quanto duram os córos o principe e os infantes falam em voz baixa: os infantes apontando para Lobna, e Haleva: D. Duarte mostra-se agitado, e depois dirige-se rapidamente para ellas.