Tomando pela mão as duas escravas.

Não!... Innocentes victimas
D'impios não deveis ser!
O vosso amor ingenuo
Cumpre-vos esquecer;
Mas a vingança barbara
Não vos entregarei.
A Portugal seguindo-nos

Olhando para os infantes com aspecto severo.

Eu vos protegerei!

LOBNA E HALEVA.

Só ir nos concede
O fado inhumano
Além do oceano
De amor expirar!

D. PEDRO E D. HENRIQUE.

Nest'hora solemne
Do peito no arcano
Nosso amor insano
Juramos calar.

D. DUARTE.

Da nossa clemencia
Aprenda o africano
A ser nobre e humano,
E o que é perdoar.