GULNAR.

Do meu odio immenso
Cruel desengano!..
Feroz lusitano
Se ri de Gulnar!

CÔRO DE CAVALLEIROS.

Risquemos da mente
O perfido engano;
Que o principe humano
É bello imitar.

CÔRO DE GUERREIROS MOUROS E DONZELLAS.

A nobre clemencia
Do heroe lusitano
Áquem do oceano
Sempre ha-de lembrar.

LIVRO TERCEIRO

VERSÕES.

O SECCAR DAS FOLHAS.

(Millevoye).