O nobre alcaide atalhou:
E desfazer-se de Elvira,
Com mil pragas, protestou.
—Mas dizei vós, dama linda,
Quem sois? quem são vossos paes?
Que eu vos direi de mim tudo,
Se tudo me perguntaes.—
«Nunca!—tornou a donzella:—
Quem eu sou não te direi.
Nada te devo por ora:
Quando dever pagarei.
Mas pódes estar seguro,
Que, bem que nobre senhor.
Não é que o meu o teu sangue
Sangue de maior primor.—
«Pois sim, querida, pois sim!—
Dom Sueiro proseguia;
E algum signal de ternura
Á bella dama pedia.
«Não, oh não, meu cavalleiro!