A tua infeliz mulher,
A linda Elvira roubaste
Para teu ludibrio ser.

Com promessas refalsadas

Enganaste uma innocente.
Quem crerá juras de um ímpio,
Que só jura quando mente?

Ella te creu, desditosa!

Porém não te creio eu:
Nem, qual de Elvira o destino,
Será o destino meu.

E como soffrera, esposa

Tua sendo, uma rival?
Folgáras tu nos meus zelos;
Folgáras della no mal?

Ousáras tu, dom Sueiro,

A pobre Elvira expulsar,
E dias de angustia e pejo,
Misera, vê-la tragar?—

«Oh, voto a Christo, que sim!—