Mas troa o sino! Uma!... Duas!...
Contou; contou: mais dez são:
E uma donzella, de branco,
Surge da lua ao clarão,
E está debaixo do teixo.
Para lá o alcaide corre.
Não enganou seus desejos
Essa por quem elle morre.
Porém que é isto? Recúa?
Para trás a face vira?
Sim; que não era a donzella,
Mas o phantasma de Elvira.
«Maldicto!—clamou o espectro—
Pune a traição o traidor.
Negro o sepulchro te espera.
De teu mal és só o auctor.
Pensa, monstro, emquanto é tempo;
Que não tardará teu fim.
Teu nome apagou-se. Agora,
Recorda-te bem de mim!—