Não disse mais; e esvaeceu-se.
Dom Sueiro, espavorido,
Fugiu: sem volver os olhos,
Sem parar, sempre ha corrido.
Brilha a lua em seu crescente:
Passa a noite silenciosa;
E só lhe quebra o socego
O mocho e a fonte ruidosa.
Á porta do seu castello
Já dom Sueiro chegava.
Alli, vestida de branco,
Do bosque a donzella estava.
«Mal-hajas tu, cavalleiro:—
Apenas o viu lhe disse:—
O ter de mulheres medo
É signalada pequice.
Fui eu que fiz de phantasma:
Teu valor conhecer quiz.
Tremer como tu tremeste
É só proprio de homens vís.—