O forte que morreu.

Dá ao martyr do Louvre algumas flores;

Dá pão ao seu lebreu.

Da batalha era o dia. O canhão troa:
E o livre corre á morte, e juncto delle

O seu cão vai:

A mesma bala ambos feriu: o martyr
Não deploreis: o amigo seu que vive

Só pranteai!

Tristonho, sobre o forte elle se inclina,
Affagando-o e gemendo; e a ver se acorda

Põe-se a latir;

E do seu companheiro no combate
Sobre o cadaver sanguinoso o pranto