Deixa cahir.

Essa gleba guardando onde repousam
As cinzas dos heroes, nada o consola

No seu gemer;

E ao que o ameiga triste repellindo,
«Oh, que não és meu dono!—o cão parece

Tentar dizer.

Quando sobre as grinaldas de perpetuas
O matutino alvor da aurora o orvalho

Faz scintillar,

Os olhos abre vívidos, e pula
Para affagar seu dono, que elle pensa

Ha-de voltar!

Quando da noite a viração as c'roas
Fez ranger sobre a cruz do monumento,