E dorme em paz.

Mas, na alta noite, em sonhos vê trincheiras,
E seu dono entre as balas encontradas

Cahir ferido:

E ouve-o que o chama com sibillo usado;
E ergue-se e corre após uma van sombra,

Dando um bramido.

É alli que elle espera horas e horas,
E saudoso murmura: alli pranteia,

E morrerá.

O seu nome qual é? Todos o ignoram.
O que o sabía, o dono seu querido,

Nunca o dirá!..

Tu que passas, descobre-te! Além dorme