O forte que morreu.
Dá ao martyr do Louvre algumas flores,
E esmola ao seu lebreu.
LEONOR.
(Burger).
Ralada de ruins sonhos
Já desperta está Leonor,
E 'inda agora os céus d'oriente
Da manhan tingiu o alvor.
«Guilherme, és morto?—ella exclama—
Ou trahiste a pobre amante?
Se vives, porque retardas
De te eu ver feliz instante?»
Nas tropas de Friderico