Contra as quaes outras serras, que se arqueiam,

Bater, partir-se vão.

Oh tempestade! Eu te saúdo, oh nume,

Da natureza açoite!

Tu guias os bulcões, do mar princesa,

E é teu vestido a noite!

Quando pelos pinhaes, entre o granizo,

Ao sussurrar das ramas,

Vibrando sustos, pavorosa ruges

E assolação derramas,