Quem porfiar comtigo, então, ousára
De gloria e poderio;
Tu que fazes gemer pendido o cedro,
Turbar-se o claro rio?
Quem me dera ser tu, por balouçar-me
Das nuvens nos castellos,
E ver dos ferros meus, emfim, quebrados
Os rebatidos élos!
Eu rodeára, então, o globo inteiro;
Eu sublevára as aguas;