Sobre a nau, que me estreita, a prenhe nuvem
Desça, e estourando a esmague,
E a grossa proa, dos tufões ludibrio,
Solta, sem rumo vague!
Porém, não!... Dormir deixa os que me cercam
O somno do existir;
Deixa-os, vãos sonhadores de esperanças
Nas trévas do porvir.
Doce mãe do repouso, extremo abrigo
De um coração oppresso,