Que ao ligeiro prazer, á dor cançada
Negas no seio accésso,
Não despertes, oh não! os que abominam
Teu amoroso aspeito;
Febricitantes, que se abraçam, loucos,
Com seu dorído leito!
Tu, que ao misero rís com rir tão meigo,
Calumniada morte;
Tu, que entre os braços teus lhe dás asylo
Contra o furor da sorte;