Torvo o oceano vai! Qual dobre, soa
Fragor da tempestade,
Psalmo de mortós, que retumba ao longe,
Grito da eternidade!...
Pensamento infernal! Fugir covarde
Ante o destino iroso?
Lançar-me, envolto em maldicções celestes,
No abysmo tormentoso?
Nunca! Deus pôs-me aqui para apurar-me
Nas lagrymas da terra;