Eu, que esgotei tão cedo, até as fézes,

O calix da amargura:

Eu, vagabundo e pobre, e aos pés calcado

De quanto ha vil no mundo,

Sanctas inspirações morrer sentindo

Do coração no fundo,

Sem achar no desterro uma harmonia

De alma, que a minha entenda,

Porque seguir, curvado ante a desgraça,

Esta espinhosa senda?