Que o vento vai sumindo.
Onde estará a rosa,
Do prado a bella filha?

O tufão, que espalhou seus frageis restos,

Passou: não deixou trilha.

Da sarça a flor virente
Nasceu, gosou, e é morta:

E a qual desses amantes de um momento

Seu fado escuro importa?
Nenhum, nenhum por ella
Gemeu saudoso á tarde;

Não ha quem juncte as derramadas folhas,

Quem amoroso as guarde.
Só da manhan o sôpro,
Passando no outro dia,

Da rosa, que adorou, quando a innocencia

Em seu botão sorria,
Juncto do tronco humilde
O curso demorando,