Depois de beber a grandes golos, disse:
—Ah! isto consola!
E bebeu o resto.
—Basta, disse-lhe Lauretto. Já estás bebedo.
—Deixa-o beber, meu querido Lauretto! observou a Elvira gorda sem se dar ao incommodo de baixar a voz. Mais depressa ficaremos livres e sós.{142}
Lauretto apenas respondeu com um movimento de hombros approvativo, e accendeu um cachimbo.
—Não fumes esse veneno, meu idolatrado! aconselhou Elvira. Repara, eu já não bebo...
Mas elle continuou a fumar em silencio.
Pozzoli rolára do divan para o tapete, balbuciando:
—Deem-me de beber!... Quero chypre!... Estão na mesa quinhentos luizes... Aposta, visconde?...