As quatro bailarinas descançavam, sentadas no divan, de pernas cruzadas, olhando com curiosidade para os patrões.
Elvira fez-lhe signal de que podiam retirar-se.
Ellas desappareceram immediatamente.
Entretanto Lauretto bebia e fumava.
—Meu querido Lauretto, peço-te que não bebas mais! supplicava a Elvira gorda.
E passava os braços em volta do pescoço do tenor, tentando tirar-lhe o cachimbo da bocca.
Elle deu-lhe um murro.
—Deixa-me, ursa!... Safa-te! Ou és tu como Laura? Se és, vem!... Mas, não... ella é mais formosa... Não te pareces com a Linda, nem ao longe... Ah! Laura!...
As palpebras cerraram-se-lhe.
No rosto desenhou-se-lhe uma expressão d'extasi voluptuoso.{143}