—Quero crer.

—É um libertino.{149}

—Nada mais?

—É um extrangeiro...

—Que importa?

—É um devasso...

—E sómente isto?

—Ama como um cão, Octavio.

—E que é que faz?

—Seria preciso descrever-te todas as astucias que emprega para me arrastar à concessão do prazer que só vige nos seus labios? Não te bastará a expressão do pouco que te digo?