Angelo saíu da sala, e desceu a escada.

Ás tres horas, subiram para jantar D. Lucas, e os dois caixeiros Manoel e Marianno.

—Onde ficou Angelo? perguntou D. Joanna.

—Não veiu cá para cima.

—Virgem santissima! Onde estará então a pobre creança?!

—Talvez se fosse deitar.

—D. Joanna correu pressurosa ao quarto de Angelo, e foi encontral-o na cama.

—O que quer isso dizer, filho? O que tens?.. Estás doente?

—Sim, minha senhora, respondeu Angelo com voz sumida.

—Então o que te dóe?