Pag. 50, lin. 28—D. Tourís
Esse D. Tourís, ou Turís Sarna, é, segundo os nossos antigos linhagistas, progenitor da nobre familia dos Barbudos, á qual pertenceu o senhorio da villa de Barbudo, concelho de Villa-Chan, comarca de Pico de Regalados (hoje freguezia de Parada, concelho de Villa Verde). D. Leonor de Barbudo, natural de Odemira, filha unica e herdeira de Ruy Filippe de Barbudo e de Isabel Rebello Falcão, casou com D. Francisco de Baêna, vereador da camara de Odemira, e filho de D. Hernando de Baêna, o primeiro que de Sevilha se passou para Portugal, e teve em 30 de Outubro de 1501 o foro de Escudeiro fidalgo.
Foram primeiros avós do Desembargador do Paço João Sanches de Baêna, que na sua mocidade usou tambem o appellido de Barbudo, 5.º avô da educanda de Vairão. ¿Quem diria ao fundador, que passados seculos ali tinha de habitar uma sua descendente?
Pag. 50, lin. 38—Os Sanches de Baêna
Vivia essa senhora recolhida em Vairão, com sua irman D. Maria do Carmo (mãe do actual Visconde[{159}] de Sanches de Baêna). Tinham um irmão Luiz da Silva Coimbra de Carvalho, cadete, fallecido novo em resultado de feridas recebidas na guerra peninsular.
Pag. 53, lin. 24—Pygmalião
Parece haver entre os antiquarios mythologos certa confusão entre dois Pygmaliões, um esculptor insigne, e um rei de Tyro; Castilho (como alguns outros) fez dos dois um só.
Pag. 131, lin. 34—O Imperador de França
Referencia a S. M. Napoleão III, que em 1861 reinava, sem que ninguem podesse presagiar a sua desastrosa queda oito annos andados.
Pag. 149, lin. 28—Cinzas da correspondencia do Poeta