mais tentações a dar-me fel!...»

¡Ai! ¡mundo! ¡ai! ¡eccos seductores!
¡Tanto vate a ceifar louvores!...
¡Tanto moço a colher amores!...
¡Tantos loireiros e rosaes!...

E eu n'esta solidão a torcer-me arraigado,

qual roble que geme indignado,

vendo ao longe no Oceano os lenhos triumphaes!

Assim ruge, baldão de vingativo nume,
esse que a argilla outr'ora encheu de ethereo lume;
assim, nos gelos sua, agrilhoado ao cume
do caucáseo alcantil, seu cadafalso atroz.

Só o abutre de eterna fome,

que o grande coração algoz sem fim lhe come,

responde em ais á sua voz.

Fenece o dia. ¡Hora jocunda,
que eu tanto amava! ¡hora fecunda
dos cantos meus! ¿por que me inunda
nova amargura o coração?