¿Sino crepuscular, tôas funéreo dobre?

a serra em luto se me encobre;

a nocturna mudez duplica a solidão.

Nenhuma luz scintilla; humana voz não sôa.
De estrellas a accender-se o Empyrio se povôa;
tal a fada Coimbra, a senhoril Lisboa,
nest'hora a quem as olha, entram no escuro a abrir

de luzeiros um labyrinto.

¡Ceos! ¡Não oiço eu troar... seus coches!... O que sinto

é vento em selvas a rugir.

Calae, fugi, ventos agrestes;
sumi-vos, lampadas celestes;
n'um seio a delirios já prestes
não susciteis mais tentações.

Ou antes... aturdi-me, Euros bravos; ou antes...

vós, astros, cifras de diamantes,