Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’ o tempo avulta, mais augmenta em forças,
E a propria morte o purifica e alinda.
Simelha estatua erguida entre ruinas,
Firme na base, intacta, inda mais bella
Depois que o tempo a rodeou de estragos.
SOBRE O TUMULO DE UM MENINO.
25 de Outubro de 1848.
O involucro de um anjo aqui descança,