O amor sincero e fundo e firme e eterno,

Como o mar em bonança meigo e doce,

Do templo como a luz perenne e sancto,

Não, nunca o senti;—somente o viço

Tão forte dos meos annos, por amores

Tão faceis quanto indi’nos fui trocando.

Quanto fui louco, ó Deos!—Em vez do fructo

Sasonado e maduro, que eu podia

Como em jardim colher, mordi no fructo

Putrido e amargo e rebuçado em cinzas,