TRISTEZA.
Que leda noite!—Este ar embalsamado,
Este silencio harmonico da terra
Que sereno prazer n’alma cançada
Não expreme, não filtra, não diffunde?
A brisa lá susurra na folhagem
D’espessas matas, d’arvores robustas,
Que velão sempre e sós, que a Deos elevão
Mysterioso côro, que do Bardo
A crença quasi morta inda alimenta.