V
Das suas fallas suaves,
Ao som commovente e lêdo,
Cessam os cantos das aves
E as folhas ficam de quêdo.
VI
O seu meigo olhar luzente
Nem sei bem o que revela…
Lembra um lago azul, dormente,
O dulcissimo olhar d'ella.
VII
Da sua mão pequenina,
Disse o imperador chinez:
Dava o throno, o sceptro, a China,
Pel-a beijar uma vez.
VIII
Quanto ao pé—que perfeição!—
Eu nem citarei mais factos:
Cabem na palma da mão
As fórmas dos seus sapatos.
Perolas