Socega, pobre Electra...
Electra
(exaltando-se cada vez mais) Todas as confusões que me atormentaram ao vir para aqui estão renascendo no meu espirito... Atropelam-se-me no pensamento anjos e demonios... Deixa-me... Eu quero fugir de mim mesma... (Corre a scena em grande agitação. Soror Dorothêa segue-a procurando acalmal-a)
Dorothêa
Tranquillisa-te, por Deus!... Esse tormento vae ter fim. (Olha com anciedade para a porta da esquerda)
Electra
(parecendo-lhe ouvir uma voz longinqua) Ouve... Minha mãe que me chama.
Dorothêa
Não delires... Outras vozes, vozes de pessoas vivas, te chamarão.