—Qual vendida!
—Alhegada?
—Nem isso.
—Está forra?...
—Que abelhuda!... Espera, Rosa; tem paciencia um pouco, que hoje mesmo talvez você venha a saber tudo.
—Ora ponha-se com mysterios ... então o que você sabe, os outros não podem saber?...
—Não é mysterio, Rosa; é desconfiança minha. Aqui em casa não tarda a haver novidade grossa; vae escutando.
—Ah! ah!—respondeo Rosa galhofando.—Você mesmo está com cara de novidade.
—Psio!... bico calado, Rosa!... ahi vem nhonhô.
Pelo dialogo acima o leitor bem vê, que nos achamos de novo na fazenda de Leoncio, no municipio de Campos, e na mesma sala, em que no começo desta historia encontramos Isaura entoando sua canção favorita.