—Olha que palerma!—disse André para Rosa, que observavão de parte aquella scena tragi-comica.—E venhão cá dizer-me, que não é o mel para a boca do asno!
—Eu antes queria que me casassem com um jacaré.
—Este meo sinhô moço tem idéas do diabo! quem havia de lembrar-se de casar uma sereia com um bôto.
—Invejoso!... você é que queria ser o bôto, por isso está ahi a torcer o nariz. Toma!... bem feito!... agora o que faltava era que o nhonhô te désse de dote á Isaura.
—Isso queria eu!... aposto que Isaura não vae casar de livre vontade! e depois ... nós cá nos arranjariamos ... havia de enfiar o bôto pelo fundo de uma agulha.
—Sahe dahi, tolo!... pensa que Isaura faz caso de você?...
—Não te arrebites, minha Rosa; já agora não ha remedio senão contentar-me comtigo, que em fim de contas tambem és bem bonitinha, e ... tudo que cahe no jequy, é peixe.
—É baixo!... aguente a sua taboa, e vá consolar-se com quem quizer, menos commigo.
Capitulo XXI.
—Então, Leoncio,—dizia Malvina a seo esposo no outro dia pela manhã,—déste as providencias necessarias para arranjar-se esse negocio hoje mesmo?