Desd’o berço respirando
Os ares da escravidão,
Como semente lançada
Em terra de maldição,
A vida passo chorando
Minha triste condição.
Os meos braços estão presos,
A ninguem posso abraçar,
Nem meos labios, nem meos olhos
Não podem de amor fallar;
Desd’o berço respirando
Os ares da escravidão,
Como semente lançada
Em terra de maldição,
A vida passo chorando
Minha triste condição.
Os meos braços estão presos,
A ninguem posso abraçar,
Nem meos labios, nem meos olhos
Não podem de amor fallar;