Deo-me Deus um coração

Sómente para penar.

Ao ar livre das campinas

Seo perfume exhala a flor;

Canta a aura em liberdade

Do bosque o alado cantor;

Só para a pobre captiva

Não ha canções, nem amor.

Cala-te, pobre captiva;

Teos queixumes crimes são;