—Impostora!
—Impostora, eu, Rosa, e tens alma de me dizer tal? Não sentes o remorso de tamanha offensa?
—Não! És uma ingrata, que me trocas pelo dinheiro d'um homem que eu despréso.
—Porque és rica.
—D'um homem a quem chamavas os mais despresiveis nomes.
—Que hoje outra vez lhe dou.
—Então como podes tu sacrificar a tua vida a um ente abominavel?
—Porque não tenciono sacrificar-me... O escravo ha de ser elle.
—Não te entendo! O escravo ha de ser elle!... de que modo?
—Obrigal-o-hei a servir os meus caprichos.