—Se come por ella, ganhe a sua vida lá como podér, e deixe conversar quem conversa! Que lhe parece, tia Bernarda! sempre ha cada estafermo n'este mundo!...
—Isso ha!...—disse a tia Bernarda, retirando-se para o estanco a pesar dez reis de simonte.
—Estafermo será ella!—replicou a honesta fiadeira.
—Cale-se ahi, sua trapalhona!
—E vossê... sua lingua de trapos!
—Desavergonhada!
—Estupor!
—Bebeda!
—Pangaia!
—Feiticeira!