—O senhor reverendo arcediago não sabe o que aconteceu a sua filha?
—Não!... diga, depressa, que arrebento...
—Tenha paciencia... Todo o mal que Deus permitte é para desconto de nossos peccados...
—Diga, senhora Angelica, que me faz doudo...
—Não se afflija, senhor arcediago... o mal é do demonio, e o bem de Deus...
—Oh mulher, por quem é não me demore n'esta horrivel suspeita...
—Pois ainda não adivinhou?
—Não, com mil pragas...
—Credo! vossa reverendissima está atrigado!...
—Sancto nome de Deus, que mulher!... Que tem minha filha?... responda, senão vou arrebental-a...